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Segue em anexo umas resenhas de livros e séries que esteja curtindo :)

#Cult . 05 de Abril de 2016 . COMENTÁRIOS (7)

Agent Carter

Podemos dizer que Peggy Carter abriu as portas para a nova a leva de séries sobre heroínas das HQs? Sim, e não somente, ela também surgiu pra dar continuidade ao Capitão América, mostrando o lado que nem ele e nem a gente viu da história, e mostrar o mais importante, como a S.H.I.E.L.D. surgiu, afinal, ela é uma das fundadoras deste rolê!

Agent Carter

Marvel’s Agent Carter é baseada na história da personagem criada pelo Stan Lee e Jack Kirby, e se passa nos Estados Unidos, em 1946, logo após a Segunda Guerra Mundial (e o filme Capitão América: O Primeiro Vingador), onde Peggy Carter (Hayley Atwell) se recupera da perda de Steve Rogers (Chris Evans) e do fim da guerra contra o Caveira Vermelha.

Agent Carter

Com o desaparecimento do Steve, tudo volta a sua rotina normal, mas Peggy foi rebaixada e agora é uma “agente” da SSR (Reserva Científica Estratégica), e por agente, leia-se que ela serve cafés quentinhos e atende telefonemas para os outros agentes, do sexo masculino.

Agent Carter Agent CarterAgent Carter Agent Carter

E isso é só o topo do iceberg, porque nesta época, ela vive em um mundo bem mais machista (não muito diferente do que ainda é hoje, mas acredite, era pior), onde as mulheres tinham cada vez menos espaço no mercado de trabalho, e por isto existe a Peggy, para chutar bundas!

Agent Carter

Não existe ainda a S.H.I.E.L.D. ou a Hidra, mas existe Howard Stark (Dominic Cooper), que é pai do Tony, e é um homem que sabe viver a vida loca e ser um gênio, ao mesmo tempo. Na série, ele está sendo acusado de traição por vender armas ilegalmente para os inimigos.

A Peggy entra na história porque ambos se conheceram na guerra, e ele sabe o quanto ela é boa em investigar e pede ajuda a ela pra provar sua inocência. O fato é que essas armas foram roubadas dele e colocadas à venda no mercado negro, só que pra descobrir quem as roubou, ela vai ter que virar agente dupla, e ficar bem no meio do fogo cruzado.

Agent Carter

Apesar se virar muito bem sozinha, uma ajudinha sempre cai bem nas missões, né? E quem vai ajudá-la na maior parte do tempo não é o Sr. Stark, mas sim, o seu querido mordomo Edwin Jarvis (James D’Arcy) (e que futuramente, dará voz a inteligência artificial do Tony, J.A.R.V.I.S.!), que mostra útil em diversas funções, desde motorista até engenheiro.

Além dele, temos também a presença de Daniel Sousa (Enver Gjokaj), o único colega de trabalho a respeita e que desenvolve aquele crush esperto, mas confesso que a ideia dela permanecer solteira e espiã, numa época como aquela, a torna uma personagem muito mais incrível, do tipo que não precisa de homens pra fazer nada, e não precisa mesmo ;)

Agent Carter

Agent Carter

A série me conquista na sua ambientação, que é incrível! Eu sou muito fã de séries/filmes de época, e Agent Carter consegue reproduzir isso com um estilo noir, trazendo muita espionagem, porrada de tailleur e salto alto, com direito aos gadjets malucos criados pelo Stark, muita tecnologia retrô.

E o mais importante da série, a própria Peggy! Ela é corajosa e destemida, discreta e perspicaz, eu fico muito boba vendo as coisas que ela faz, sabe? E eu vejo o quanto ela é necessária pra toda esta história acontecer, porque se já era difícil ser mulher naquela época, imagina ser uma agente? E ela desdobra isso muito bem, mesmo tendo passado pela perda do Steve, e sendo rebaixada a todo o momento pelos vilões e colegas de trabalho, ela não se deixa abater, pois o que não te mata, te fortalece, e muito.

Agent Carter

Hoje, Agent Carter tem duas temporadas, eu comecei assistindo pela segunda e gostei muito! Não sei se terá uma terceira, porque pelo que eu vi, a série não teve a repercussão que esperavam, mas estou aproveitando que agora está disponível no Netflix pra ver a primeira temporada e eu super recomendo, precisamos de mais girl power na TV e nas séries sim, quanto mais melhor!

Agent Carter


#Cult . 02 de Março de 2016 . COMENTÁRIOS (6)

Depois de ter ouvido falar dela desde o ano passado e deixado ela cair no limbo, eis que novamente meus migos insistiram em me recomendar, e depois que eu comecei a ver freneticamente, pensei comigo: CARALH*, PORQUE NUNCA VI ANTES? Atenção, essa série é para pessoas que não tem pudores e são adeptas da zuera.

Broad City

Broad City

Essa é a sensação depois que você assiste Broad City, uma série que começou na internet e é tão boa que virou série no Comedy Central e está na sua terceira temporada já, e basicamente conta a “rotina” de duas migas, Abbi Jacobson e Ilana Glazer (que são protagonistas e criadoras da série), que moram em uma NY bem diferente do que estamos acostumados a ver, zero glamour, e que são as melhores pessoas que vocês vão conhecer na vida.

Broad City

Broad City é uma série feita por mulheres, e ela trabalha escrachadamente com a realidade, onde as protagonistas são mulheres que estão pouco se fodend* pra vida e pro que os outros pensam, fazem o que dá na telha, tem suas neuras e pirações pessoais, trabalham muito e ganham pouco, em empregos muito convencionais e sem glamour algum, fazem muitas dívidas, andam muito de transporte público, ficam presas fora de casa e dormem na rua. Super normal, quem nunca?

Broad City Broad City

E digo mais, não é só sobre zueira, é sobre não ter medo de ser quem você é! Elas não tem receio de se expor, elas não tem um corpo “padrão de perfeição” e elas estão SUPER OK em vestir o que bem quiserem, mesmo o dresscode não permitindo. E elas não tem pudores quanto a própria sexualidade e falar sobre esse assunto durante os episódios.

Broad City Broad City

You girls are so pretty. You should smile :)

Podemos dizer: sim, é uma série feminista, elas raramente falam sobre homens, deve ser uma das poucas séries que passa naquele teste de Bechel como acontece em outras séries que praticamente gira em torno da necessidade de se relacionar com eles. Este assunto brota em uma brisa ou outra, sobre algum cara que saíram ou querem pegar, não trabalhamos com mulheres necessitadas de namorados.

Broad City

Se você chegou até aqui achando que verá algo bem parecido com o que já está acostumado, não se engane, Broad City é totalmente o oposto de qualquer outra série que eu ou você já tenha ouvido falar, e apesar de acharem parecida com Girls (que também está na minha lista pra assistir!), não tem nada a ver! Ela é mais leve e menos hipster, apesar da Abbi e da Ilana passar por várias merdas, elas te arrancam risdos do jeito como driblam as tretas da vida, é a prática daquela frase “A vida te joga vários limões e você faz dela uma caipirinha”. Toma um golinho do que vocês estão perdendo:


#Cult . 14 de dezembro de 2015 . COMENTÁRIOS (3)

No meio de tantas séries incríveis sendo lançadas pelo Netflix, eu descobri Master of None, que foi super recomendada por um amigo meu, e com razão, porque ela consegue abordar temas que são presentes em nossa vida adulta, como relacionamentos e carreira, e todos de uma maneira mais descontraída e leve, garantindo risadas e reflexões sobre a vida.

masterofnone

Ela foi criada e protagonizada pelo Aziz Ansari, que dá vida ao Dev Shah, um filho de imigrantes indianos que mora em Nova York e ganha a vida fazendo comerciais de TV. Apesar de todas as tretas, Dev é um personagem bem carismático e otimista.

Além dele, tem mais três amigos: Arnold Baumheiser (Eric Wareheim) é branco e muito, muito alto (todos os sites que o descrevem ressaltam isso, achei importante reforçar) e ele é o mais fechado do grupo, raramente fala sobre sua vida. Brian Cheng (Kelvin Yu) é descendente de tailandeses e ele é um cara frio/seco com as pessoas. E a Denise (Lena Waithe) é negra e lésbica, ela é a pessoa mais manjadora do rolê, Dev sempre recorre a ela pra palpitar sobre sua vida amorosa.


Mas por quê eu descrevi os personagens? Porque a série trabalha muito com racismo e sexismo, como no episódio “Ladies and Gentlemen”, por isso que os personagens principais são descendentes de imigrantes ou negros, aliás, o próprio elenco é bastante diversificado, até os pais do Ansari fizeram uma participação na série (e duas lindas de Orange is the New Black).

É difícil não se identificar com a série, e é por isso que Master of None é divertida, a gente acaba se lembrando de algum amigo ou até de nós mesmos em várias situações. E o mais legal é que eles vivem exatamente no mesmo mundo que a gente, eles não se preocuparam em evitar falar sobre marcas/produtos, são pessoas que gostam de assistir séries juntos, usam redes sociais até nos momentos mais intímos (sim, migos), sem medo de ser feliz e de fazer merda.

Pode correr pra assistir noo Netflix que já tem a temporada toda disponível, e depois me conta o que você achou da série! Aceito mais dicas de séries maneiras pra assistir, beijoks!



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