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Quer saber quem riscou a minha vitrola imaginária de tanto tocar?


22 de agosto de 2016

Eu não acredito que nunca postei sobre essa mulher aqui no blog, pois ela me embalou durante muitos meses do ano passado e esse ano eu acabei tropeçando nela de novo nas minhas playlists e retomei os amor tudo. Tove Ebba Elsa Nilsson (saúde!), mais conhecida como Tove Lo (e não Love To, ok?), é sueca e ganhou meu coração com o single Habits, lançado em 2013.

Tove Lo

Em seu primeiro EP, Truth Serum, que foi lançado em 2014, temos além deste single maravilhoso, uma versão remix produzida por Hippie Sabotage, que a nomeou de Stay High. Além delas, temos também Out of Mind e Not On Drugs, que também é viciante.

Tove Lo

O seu primeiro álbum, Queen of the Clouds, foi lançado no final de 2014, e ele é dividido em três fases: o sexo, o amor e a dor. O THE SEX é composto pela super rebolativa My Gun, Like Em Young, a mais seduzente desta vibe Talking Body, e Timebomb.

Se quiser falar de amor, no THE LOVE temos: uma das preferidinhas, Moments, e também The Way That I Am, Got Love e Not On Drugs.

“I can get a little drunk,
I get into all the don’ts
But on good days
I am charming as fuck”

Pra finalizar com sofrência, na THE PAIN temos: Thousand Miles, aquela que eu ouvi 423352 vezes Habits (Stay High), outra que eu gostei bastante é a This Time Around, Run On Love, Love Ballad que me trouxe de volta pra ela e a Not Made For This World.


Calma que ainda tem mais! Ela ainda vai lançar um álbum novo, Lady Wood, em outubro e já nos deu uma prévia este mês do que vem por aí com seu novo single/clipe, Cool Girl, então podemos rebolar até ela soltar as música tudo :D


E aí, curtiram essa musa? Fazia um zilhão de anos que não compartilhava música por aqui, que vergonha! Preciso retomá-lo urgente! Enquanto isso, seguimos tropeçando no #BEDA, eu disse que não seria linear, mas estou dropando uns posts pra ninguém me julgar, viu? Sem mais, BLZ FMZ VLW FLW!


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21 de março de 2016

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Já que eu comentei sobre dicas para sobreviver ao Lolla 2016, nada mais justo que contar o que eu vi por lá, não é mesmo? Diferente dos anos anteriores, tentamos nos organizar o máximo pra sair cedo de casa e chegar pelo menos umas 13h no Autodrómo. Por incrível que pareça, esse ano não teve fila pra entrar, foi super rápido!

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

O primeiro show que queríamos ver era do Matanza, aqueles canalhas, a gente já assitiu show deles, mas meu namorado gosta bastante e já estava no pacote, custa nada assistir :D Eles tocaram no palco Skol, e logo em seguida corremos pro palco Onix, dando a volta em Interlagos, e repetimos este caminho várias vezes, pois queríamos acompanhar a maioria dos shows daquele dia, e infelizmente era nesse revezamento.

Lollapalooza 2016

Foto: Rodolfo Yuzo

Já no Onix, assistimos Eagles of Death Metal, e uma ótima surpresa, Jesse Hughes (vocalista) tem uma presença de palco fantástica, muito carismático e interagiu com a galera o tempo todo, impossível não querer dançar com ele durante o show, sério! Eu não fiquei até o final pra ter certeza que tocariam Miss Alissa (tocaram no Lolla Party), mas me contentei com Save a Player, Complexity, Cherry Cola e I Want You So Hard (Boy’s Bad News).

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Correndo de novo pro palco Skol, vimos Bad Religion, e apesar de não curtir tanto a banda, é impossível não curtir o show, ainda mais quando se é possível ficar próximo do palco como a gente estava conseguindo, achei bem surreal essa possibilidade, mas eu acho que era porque ainda estava bem cedo, ou porque o público que estava ali no Lollapalooza era pra ver exclusivamente eles, com direito a muito bate cabeça e uma aula sobre punk rock dado pelos melhores da área. Tivemos vários clássicos como 21st Century (Digital Boy), Los Angeles is Burning e American Jesus.

Lollapalooza 2016

Foto: Rodolfo Yuzo

A mamata acabou quando voltamos pro palco Onix, uma multidão aguardava Of Monsters And Men, assim como eu. Eu consegui pegar o finalzinho deles tocando Thousand Eyes, que ninguém deve saber, mas faz parte da trilha sonora de Jessica Jones.

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Apesar de não conseguir chegar mais perto do palco, deu pra curtir bastante o show, mesmo tendo a impressão que o som estava um pouco baixo, mas deve ser porque eu estava bem na lateral e não no meio do palco, e tem uma grande diferença de som aí. A Nanna sempre uma linda, eu não tinha visto o show deles aqui ainda e eles tocaram o repertório todo, eu gostei bastante. Tem uma pegada bem diferente dos primeiros, porque tem umas músicas mais agitadas como Wolves Without Teeth, Crystals e Empire, e outras que dá vontade de deitar e se enrolar num cobertor como We Sink e Human.

E lá vamos de novo pro palco Skol, mas uma pausa rápida pra comer, porque ninguém é de ferro. Eu achei o preço das coisas bem caras lá, então é sempre bom selecionar o que vai comer, por exemplo, tinham batatas por 8 mangos e hotdog por 12 mangos, eu optei pelo que sustentava mais. O chopp também custava 12 mangos, mas não tinha uma galera vendendo eles no meio dos shows, só vendiam Skol Beats, que é uma cerveja bem mais forte e nem todo mundo gosta (eu gosto, mas é pra ficar bêbado rápido, porque olha).

DICA FORTE pros próximos Lollas: LEVE DINHEIRO ou compre mangos antecipados, porque por mais que falam que tem máquina de cartão, a região é péssima pra pegar sinal e ficou praticamente o dia todo sem, então não vacilem e comprei antes.

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Já escurecendo, e o cenário ideal pra ver Tame Impala se fazia, eu preferi assistí-los sentada no fundo do Skol comendo, horas deitada, porque eu acho que é uma banda mais pra ser apreciada e curtida que de fato ver de perto, e eu já estava super cansada, achei muito cabível assistí-los nestas posições. As projeções no telão eram louquíssimas, eles deixaram tudo escuro por lá e só o telão passando, eu que estava longe já ficava hipnotizada, imagina quem estava perto do palco!

Mas mais uma vez, é um show pra quem já curte a banda, não adianta querer apresentar pro amigo na hora que ele não vai curtir, eu tentei e foi falho. Eles mesclaram o set com músicas do álbum mais recente, Currents e algumas do Lonerism, então tocou desde Feels Like We Only Go Backwards até as maravilhosas Let It Happen e The Less I Know the Better, com direito a chuva de papel picado :) E me despedi deles ao som de Eventually.

Neste momento bateu aquele arrependimento pois não, não vi a Halsey lá, porque ela estava em outro palco, no Axe e sério, é sempre um super rolê ir de um palco ao outro, por isto sempre reforço o calçado confortável! E meus amigos queriam ver Mumford & Sons, então seria um super rolê, vocês entenderam.

Parecia que todo o público do Lolla aguardava aquele show, porque a quantidade de pessoas aguardando no palco Onix já era surreal! E fazia muito sentido, já que era o último show de rock daquela noite.

O que eu posso dizer é que Mumford cumpriu a expectativa, fez um puta show, os caras são talentosos pra caramba, mas não era um show que eu veria completo, então acabei sentando e comendo umas batatinhas até acabar, mas é porque apesar de hits como Little Lion Man, eu tenho a impressão que as músicas são bem parecidas, violãozinho e pá, mas não tem como negar, rolou até vagalumes na platéia enquanto tocavam Believe, foi bem lindo :)

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Pra finalizar o festival com chave de ouro, tínhamos Eminem, no palco Skol, e Marina and The Diamonds, no Axe. Fomos primeiro pro Skol, pela nostalgia mesmo e ver como rolaria esse show, eu desconheço os trabalhos mais recentes do Eminem, e depois de umas seis músicas e de achá-lo muito apático, desencanamos do show e partimos rumo a Marina e a minha birra. Sim, eu criei uma birra dela no ano passado pela mancada que ela deu, nem sou fã mas sou rancorosa, já estava achando todo mundo muito trouxa de ficar feliz com a vinda dela, porém eu consegui pegá-la bem no começo e ela é MUITO simpática, já está mais que perdoada!

Lollapalooza 2016

Foto: I Hate Flash

Ela fez um set diferente pro Lolla, com músicas dos seus três álbuns The Family Jewels, Electra Heart e Froot, mas eu só assisti o primeiro e vazei com medo de pegar um tumulto na saída do festival. E pra meu espanto, super tranquilo pra voltar, sem tumulto! Eu consegui voltar sentada e tudo, gente, maravilhoso :D Achei bem organizado neste sentido, então fica aí outra dica, vão de transporte público que é sucesso!

Pelo dinheiro gasto, sempre vale a pena pra mim ir em festivais assim quando você gosta de alguma banda e/ou conhece algumas, porque você tem a oportunidade de conhecer tantos artistas diferentes e o clima de festival é muito doido, pra quem nunca foi em um Lollapalooza, ou até algum outro evento no nível, vá!

Pro ano que vem, já temos alguns palpites, como Red Hot Chili Peppers ou Radiohead, quem sabe ainda a Lana Del Rey? Eu queria muito HAIM aqui no Brasil, não vou desistir :D E eu também só espero que eles percam um pouco a mania de repetir line-up, como rolou com Of Monsters And Men e Alabama Shakes (ambos tocaram no Lolla em 2013), mesmo que sejam maravilhosos.


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16 de março de 2016

Como passar por essa mulher sem parar pra ouvir? Ashley Nicolette Frangipane, também conhecida como Halsey (que é anagrama de Ashley) OU MC HALSINHA (depois de sua visita ao Lollapalooza), tem 21 anos e começou a fazer sucesso em 2012, também com covers no YouTube, mas foi só em 2014, quando disponibilizou os seus trabalhos autorais no SoundCloud, que começou a ser vista e receber oportunidades pelas gravadoras.

Halsey

Ela lançou em 2014 o seu primeiro EP, Room 93, depois de ter fechado com a gravadora Astrawerks, e esta foi a sua porta de entrada pra começar a colar em alguns festivais norte-americanos. Nele, temos faixas maravilhosas como Hurricane e Ghost.

A Ghost tem duas versões de clipe, uma feita na época do Room 93, que mostra o relacionamento da Halsey com um cara, e esta nova (acima) que mostra ela se relacionando com uma mulher, e que acabou gerando várias polêmicas na mídia.

Halsey Halsey
Halsey Halsey

A Halsey definitivamente não é só um rostinho bonito no rolê, ela bate muito de frente com questões a respeito de racismo e sexismo, e apesar de muitas pessoas abordarem estes assuntos com mais frequência e levantarem bandeiras, poucas dão a cara a tapa, ainda mais em começo de carreira, mas ela tem personalidade forte e não deixa barato não, até porque sexualidade e relacionamento são assuntos que refletem bastante nas suas letras, e ela já deixou bem claro que é bissexual, por este motivo que gravou uma nova versão do clipe.

Halsey

“Eu estou cansada de ouvir ‘se cubra’, ‘não fale sobre o seu corpo’, como se nascer mulher fosse uma vida de vergonha e culpa por causa do seu gênero.” (via twitter)

Halsey

No ano passado, ela lançou Badlands, seu primeiro álbum, e foi nesse balanço indie pop, ás vezes meio bad vibes, que ela me conquistou com as maravilhosas New Americana, Colors e Hold Me Down, e outras tão boas quanto como Castle, Control e Drive. Ela é tão danada que ainda fez uma participação na música The Feeling, do Justin Bieber.


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