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14 de março de 2015      2 comentários

Saga Ruiva

Eu falei que a minha saga ruivística continuaria, não? Dito e feito, até porque teve muita mistura durante estes 3 anos e acho legal compartilhar com vocês, que também tem interesse em entrar pro lado ruivo da força e pra quem ainda não se decidiu :D Se você está curioso em saber como começou a minha saga ruiva, recomendo você visitar este post e a primeira parte da saga.

O CLAREAMENTO DA RUIVICE

parte II – 2013

Saga Ruiva

Janeiro/2013: Mantive a mesma misturinha 8.4 + 9.3 da Yellow (Alfaparf), que fiz no fim de 2012, e como eu comentei no post anterior, sempre prestando a atenção na porcentagem da mistura pra não ficar muito dourado (9.3) e nem muito fechado (9.4).

Saga Ruiva

Março/2013: Exatamente um ano depois de ter aderido a ruivice, eu subi mais o tom do meu ruivo, passando pro 9.4 da Yellow, e permaneci usando a marca durante muito tempo ainda, ela tem um desbotamento mais lento e bonito, o preço é ótimo, mas infelizmente é difícil de encontrá-la em perfumarias de São Paulo.

Saga Ruiva

Abril/2013: Comecei a misturar a 9.4 + 9.3 pra tentar um resultado ainda mais claro e laranjinha, que foi super efetivo! Foi mais sucesso ainda quando eu misturava aqueles tonalizantes juntos (que citei aqui), usei muito o 0/43. Minha proporção pra misturar os três foi: 65% de 9.4, 15% de 9.3 e 20% de 0/43 (Special Mix).

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Agosto/2013: Graças a uma doação ruivística, pude experimentar um pouco da Truss, que tanto ouvi elogios! Então usei a 8.44 dela na minha misturinha mágica, não quis usá-la inteira pra não escurecer o tom, aproveitei e usei ela como tonalizante mesmo, mantendo a 9.4 + 9.3 da Yellow.

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Setembro/2013: No drama pra renovar o estoque da Yellow, optei pro experimentar a Igora (Schwarzkopf), que também só ouvi elogios. Não quis mudar muito o tom do meu cabelo (9 – loiro muito claro), então comprei a 9-7 pra misturar com o intensificador 0-77. O único contra foi ter desbotado douradinho, mas é porque o 9-7 é um acobreado BEM claro. Ah! É importante comentar que a numeração de acobreados da Igora é diferente das outras marcas, eles usam o 7 e não o 4, ok?

Saga Ruiva

Novembro/2013: O drama da falta de tinta é constante, então eu encontrei um tom mais intenso de acobreado da Igora e comprei. Usei somente a 8-77 no meu cabelo desbotado e o resultado foi excelente, fiquei apaixonada, nem precisei misturar nada pra ficar assim, só amores! E o desbotamento dele ficou mais bonito do que o 9-7, então virou minha nova cor, enquanto eu conseguir renovar o estoque dela.

Sei que as fotos não ajudam tanto pra avaliar o tom exato, mas é só pra vocês terem uma noção da diferença, mesmo que pequena, das misturas que eu fiz em casa, sempre tentando manter o mesmo tom só que me adaptando as tintas que eu conseguia comprar, é meio difícil manter o ruivo com uma tinta só porque normalmente o estoque de tinta acobreada em perfumarias é menor, e com essa moda de ficar ruiva, ele acaba bem rápido, então se você não faz o seu cabelo em um salão, é bom sempre procurar um plano B, caso aconteça de não encontrar a sua tinta OU estocar, que é o que eu comecei a fazer então!

Só reforçando novamente que quando optei por tingir em casa, eu sabia de todos os riscos que isso traz, principalmente quando se trata de manchar o cabelo, da tinta não ficar exatamente como eu quero, etc, então se você puder, opte sempre pela ajuda de um profissional. Se vocês tiverem alguma dúvida sobre qualquer uma das tintas comentadas no post, podem me perguntar nos comentários!

E caso vocês tenham se contaminado e queiram entrar pro lado ruivo da força, venham pro Ruivices, nosso grupo do Facebook :D



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polinize



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13 de março de 2015      comente!

OLAR COLMÉIA! Hoje temos mais uma Sexta-feira Minigameira, que é meu drops semanal sobre o mundo gamer, então se você gosta do assunto, continua lendo este post, e se você não gosta, continua também porque tenho certeza que vai aparecer alguma coisa que você vai gostar :D

Sei que vocês gostam bastante de jogos de navegador, então hoje eu vou unir o útil ao agradável: dicas de jogos para criativos (mas se você não é designer e quiser jogar, pfvr, puxe uma cadeira e sente no chão). Eles são um pouquinho diferentes dos jogos convencionais, porque ao mesmo tempo que eles foram criados pra entreter, eles também testam nossas habilidades, visuais principalmente, o que pode ser uma má ideia pra pessoas impacientes, né?

Então aproveite seu momento de procrastinação (quando estiver terminado seus jobs, né?), pegue um cafézinho e dê uma olhada nos jogos que eu separei e printei (o que eu joguei) pra vocês:

kern type

Kern Type
Kern Type vai testar se o seu olho é bom quando se trata do espaçamento entre as letras, já revelo que eu achei bem treta (mas postei a foto que consegui 10/10, claro), porque serifadas enganam muito. Pra jogar, você só precisa mover as setas do teclado ou usar o mouse, movendo as letras e no final você compara pra ver se você acertou a posição, boa sorte!

Helvetica VS Arial

Helvetica VS Arial
Helvetica VS Arial recorre aos hipsters de plantão para que ajudem a pobre Helvetica a dar um coro (for real) na Arial, sua rival invejosa, que tentará acabar com você, mas não deixem, ok? Meu usuário nas internerds não é Don’t call me Ariel a toa, My name is Helvetica! (pra quem nunca entendeu a piada, rs)

Kill Comic Sans

Kill Comic Sans
Kill Comic Sans é bem simples, pegue a sua raiva da Comic Sans e taca-le pau! Eu, particularmente, ainda tenho um apreço já que ela foi minha companheira durante a escola, adorava usá-la no WordArt, minhas capas ficavam lindas, flw.

Shape Type

Shape Type
Shape Type é pra estralar todos os dedos, relaxar o pescoço e ficar atento, pois ele é o mais difícil daqui, seguindo a mesma ideia do Kern Type, mas aqui você deverá corrigir os pontos (nós) das fontes, deixando a letra certinha, e conforme você avança, os pontos que precisam ser arrumados vão aumentando e vai ficando mais tenso, que a força esteja com você!

E aí, já conhecia estes jogos? Se tiver algum outro jogo que você queira indicar pra mim: “Ó, Babee, você precisa jogar esse jogo, muito manero!“, deixa nos comentários que eu darei um feedback aqui no blog :D



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polinize



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10 de março de 2015      12 comentários

Pra quem não sabe, este mês a colméia está completando 5 anos de existência (mais precisamente no dia 3, mas como ela só foi ao ar no dia 10 de março de 2010, considerem que é hoje, tá?), sem contar os meus 12 anos de blogosfera, e também aproveitando uma pauta do Rotaroots sobre dicas para blogueiros novatos, decidi fazer um resumão do que eu aprendi blogando neste tempo todo :D

Começando do princípio de que não existe nenhuma receita de sucesso pra blogar, o que existem são boas práticas blogueiras que podem auxiliar a tornar essa experiência muito mais produtiva e vantajosa. Portanto, se você que começou criando um blog porque viu nisso um ponto de partida para lucrar ou ganhar fama, volte 5 casas, porque o buraco é mais embaixo.

O lucro, seja ele financeiro ou reconhecimento, só vem depois do investimento, ninguém jamais lucra sem investir, nem mesmo na loteria, afinal, você compra o bilhete, certo? E na blogosfera não seria diferente, pra você conquistar o seu lugar ao sol, os seus leitores, você precisa se destacar, abordar assuntos de um jeito diferente, do seu jeito! Afinal, ninguém aqui é igual a ninguém, né?

Vamos falar sobre blogs?

Então vou destacar algumas dicas pra você anotar e guardar em um post-it do lado do seu monitor pra sempre se lembrar quando quiser blogar, ok?

#1 QUENHE VOCÊ?

Defina sua identidade

Antes de qualquer coisa, você precisa de um nome/identidade, afinal, o seu blog será praticamente um filho seu! Eu demorei uns dois anos pra conseguir criar o Babee, antes dele eu mudei diversas vezes de blog e isso acaba sendo ruim, porque você não consegue se estabilizar e acha que o problema é com você, quando na verdade é com o próprio blog, porque você não definiu o principal: qual é o foco?

#2 Ame compartilhar

Saiba expressar bem as suas ideias

Lembre-se que pra manter um blog, você precisa de ideias e saber desenvolvê-las, não é só ler um conteúdo legal na internet e repostar, é absorver todo o conteúdo que te interessa e produzir baseado nas suas experiências, agregando o seu valor ao seu conteúdo.

#3 Invista no blog

Dê personalidade a ele

Sei que nem todo mundo tem $ pra ficar bancando um layout bacana, mas pra mim, um blog já está ótimo quando você bate o olho e vê o blogueiro ali, a identidade dele, independente de fontes legais, ilustrações, etc. É a harmonia dos posts, as imagens que você vai editar, os vídeos que você vai gravar, os assuntos que você vai postar, tudo aquilo vai seguir um fluxo baseado no blogueiro, e é o que vai torná-lo único.

#4 Valorize seus leitores

Eles dedicam um pouco do tempo deles com você

Não espere sentado os leitores virem pro seu jardim, pois eles não tem asas, tá? O velho truque do “comenta no meu, que eu comento no seu”, não pode levado ao pé da letra, claro, mas ainda acho que é isso que move a blogosfera, a interação entre blogueiros e leitores, assim você acaba conhecendo quem é que frequenta e gosta do seu blog, e de quebra, pode fazer amizades bacanas, aprender e trocar experiências, só amores!

#5 Explore o que você gosta

Saiba o que você está postando

Infelizmente, muita gente que cria blog não consegue dar conta de manter um conteúdo, então pense ANTES DE TUDO no que você gosta de escrever… Volte 3 casas… Pensou? Então agora use e abuse do que você sabe! Gosta de games? Então taca-le pau! Manja tudo dos truques de beleza? Compartilha cazamiga! Vai em todos os shows da sua cidade? Apresenta as bandas legais pra galera! É muito simples e é até mais gostoso escrever sobre coisas que a gente gosta mais, porque não cria uma obrigação, e você acaba se especializando no assunto, por tabela.

#6 Não tenha medo de ser feliz

Muitos leitores vão ler o blog porque gostam de você, acredite!

Acho que a época de viver no anonimato já está desaparecendo, as pessoas querem mais do que nunca aparecer, saiba dosar isso e usar a seu favor, meus blogs favoritos são escritos por pessoas que eu gosto, tendo amizade ou não, mas são pessoas que me despertaram admiração ou que apresentam afinidades comigo, a blogosfera é grande demais pra se limitar ou se restringir.

#7 Sobre aquele do outro lado da tela

Acrescente seu toque final

Saiba que quando falamos de blogs pessoais, não são só blogs “diário”, são blogs que apresentam a cara do blogueiro. A colméia é um ótimo exemplo, vocês entram aqui e dão de cara com um monte de nerdice porque eu amo games, alguns pitacos de design, porque sou designer e de quebra, umas doses de ruivices porque meus cabelos valem muito(s salários mínimos)!

E mais importante do que os conteúdos que você vai desenvolver, é quem está na frente da tela, você! Não force ser o que você não é, não é porque blogueiro faz x ou y que você será legal fazendo também, volte 1 casa e seja feliz, saiba o seu lugar, mas não se limite ao seu quadrado somente, porque são dessas pequenas doses de você que vão diferenciar o seu blog do outro e é o que mantém a blogosfera muito mais VIVA, linda e diversificada.

Lendo tudo isso, que eu acredito que o que eu já escrevi não seja novidade pra ninguém, desculpem se fui um pouco repetitiva pra reforçar algumas coisas, mas eu espero que você que já bloga ou esteja começando, repense na hora de planejar e postar, e novamente, não tenha medo de ser quem você é e falar sobre o que você gosta :D

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.



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polinize



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06 de março de 2015      6 comentários

OLAR COLMÉIA! Hoje temos mais uma Sexta-feira Minigameira, que é meu drops semanal sobre o mundo gamer, então se você gosta do assunto, continua lendo este post, e se você não gosta, continua também porque tenho certeza que vai aparecer alguma coisa que você vai gostar :D

Essa semana tem indicação de mais jogos legais pra computador ou console! Pra quem não é muito fã de ação, gosta mais de jogos com histórias mais elaboradas, vai gostar da minha recomendação, pois são o que eu chamo de jogos narrativos, que possuem um outro tipo de imersão, mais puxada pro lado emocional, onde o nosso envolvimento com os personagens acaba sendo maior (não que os outros gêneros não proporcionassem isso, mas o foco deste tipo de jogo é esse).

O que me atrai bastante neste tipo de jogo é o desenvolvimento da história, pois eles são baseados na escolha do jogador, desencadeando consequências futuras, levando a finais alternativos, bons ou ruins.

The Walking Dead: The Game

The Walking Dead: The Game

The Walking Dead: The Game: Foi lançado em 2012, foi produzido pela renomada Telltale Games e na época trouxe uma nova perspectiva pros jogos focados em zumbi.

O jogo tem duas temporadas, com cinco episódios cada, e nele estamos na pele de Lee Everett que era presidiário e que no meio de toda essa confusão acaba conhecendo uma garotinha, Clementine, a partir começam a busca pela própria sobrevivência com a ajuda de outros grupos.

O jogo está disponível para todas as plataformas, inclusive mobile. Se quiser saber mais, leia meu post sobre ele.

Baixe no Google Play ou na APP Store.

Game of Thrones: A Telltale Game Series

Game of Thrones

Nota-se que a Telltale não é boba, nem nada, e tratou logo de reproduzir mais um seriado de sucesso! O Game of Thrones: A Telltale Game Series foi lançado no ano passado, o jogo terá seis episódios que se passam entre a terceira e quinta temporada da série, mas só foram lançados dois episódios até agora, nomeados de Iron from Ice e The Lost Lords.

A história se passa na Casa Forrester, que fica no norte de Westeros, e que luta para manter a sua sobrevivência, impedindo que sua casa destruída, e nela, você controla cinco membros da casa e tem a possibilidade de interagir com diversos personagens famosos da série.

O jogo está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PC e mobile.

Compre no Google Play ou na APP Store.

Life Is Strange

Life is Strange

Apesar de manter a mesma linha do jogos anteriores, Life is Strange não foi produzido pela Telltale, mas sim pela Dontnod (que também fez Remember Me). O jogo conta a história de Max Caulfield, que depois de cinco anos estudando fora, retorna para sua cidade natal, Arcadia Bay, para estudar fotografia e sua paixão nos envolve a registrar coisas interessantes na cidade.

Poderia ser apenas mais seriado sobre dramas adolescentes, mas o que faz o nome do jogo ter sentido é uma habilidade descoberta pela protagonista logo no início (então não é spoiler, ok?), que dá mais liberdade de escolha pro jogador do que os jogos anteriores, Max consegue manipular o tempo!

O jogo tem cinco episódios, o primeiro já foi lançado e eu já joguei sim e com certeza, apenas aguardando os outros, e está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3 e Xbox 360.

Compre o jogo na Steam.

E aí, já conhecia estes jogos? Se tiver algum outro jogo que você queira indicar pra mim: “Ó, Babee, você precisa jogar esse jogo, muito manero!“, deixa nos comentários que eu darei um feedback aqui no blog :D



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polinize



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04 de março de 2015      4 comentários

Mais um show maravilhoso que vem para o Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro (chorando por não ser em São Paulo de novo ou por não terem convidado ele pro Lolla, ele está no line up da Argentina) e eu não poderia deixar de compartilhar essa belezura que o Spotify me recomendou e eu entrei em um looping infinito faz algumas semanas.

Chet Faker

Do outro lado do mundo, Chet Faker, é um artista multitarefas, cantando, compondo e produzindo, lidando com o seu perfeccionismo e finalmente trazendo em seu primeiro álbum, lançado no ano passado, Built On Glass, uma mistura louca de jazz, indie, R&B e eletrônico, que te transporta de qualquer lugar instantaneamente pro sofá da sua casa, te deixando aquela vontade de relaxar, ficar em paz.

No álbum, eu destaco Talk is Cheap, Gold, To Me e 1998. Não esquecendo das músicas seu EP antecessor em parceria com Flume, Lockjaw, lançado em 2013, Drop the Game, What About Us e This Song Is Not About a Girl.

Chet Faker

Já que não posso ir ao Rio de Janeiro ou Melbourne pra ver Chet Faker, vamos ficar com esse monte de música boa você pode conferir na playlist abaixo:



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