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07 de abril de 2016

Pra quem me segue no Instagram, já sabe que toda semana estou mudando a cor do meu cabelo, por isto fiz um apanhado de todas as misturas e loucuras que eu já fiz até agora nele, lembrando que eu só usei tonalizantes porque eles desbotam mais rápido, cerca de 3 a 6 lavagens, do que as tintas ou anilinas.

A primeira cor que usei foi o Ultra Violet, a linha Hard Colors da Keraton, até cheguei a comentar sobre a transição do ruivo ao roxo, eu gosto bastante dessa cor, porque ela desbota pra um roxo/cinza pastel.

Queria ressaltar que eles tem um processo estranho pra tonalizar, na caixa diz que tem que passar, secar o cabelo e passar novamente pra fixar, mas eu prefiro só passar no cabelo seco, esperar 30 minutos e enxaguar.

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Daí eu esperei bem calminha desbotar tudo pra passar o Ice Green, da linha Creative Colors, da Alta Moda/Alfaparf, eles tem um processo bem mais tranquilinho de passar o tonalizante, é só lavar o cabelo com shampoo e depois aplicar, espera 30 minutos e tira, ele tem um cheiro muito delicinha também, e dura mais. A ideia era ter comprado o Ice Blue, mas nunca encontro.

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Eu já tinha feito essa mistura em janeiro, mas eu tentava fazer do Diesel Green com o Indie Blue, que apesar de ser uma cor linda, não pega nada no meu cabelo, sério. Daí eu desencanei e fiz um degradê só deles dois, e ficou bem lindão, são meus tonalizantes preferidos!

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A Retro Pink, da linha Hard Fix da Keraton, que já é semi-permanente, e foi a primeira cor que eu tinha comprado, ainda no ano passado, mas eu estava com um medo danado de usar rosa, porque sei que ele gruda no cabelo e não sai, tanto que até hoje eu ainda tenho ele no meu cabelo!

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Mas no fim das contas, eu gostei bastante do resultado dele, pena que o sol desbotou ele na raiz lá no Lollapalooza :( E aí, aproveitando a raiz toda alaranjada, aproveitei e passei o Ice Green de novo, daí meu cabelo ficou metade verde e metade rosa.

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Como nem tudo são flores, vem aqui uma mistura que deu errado, mas a gente finge que deu bem certo! Eu queria muito o Ice Blue, mas não encontro pro aqui, então comprei o Dark Violet, da Creative Colors, e passei no verde desbotado. Ele escureceu o meu cabelo de um jeito que sério, NÃO RECOMENDO, ficou bem feio, nem ficou roxo, ficou uma cor meio cinza, sério.

Daí eu, no auge do meu desespero, usei a Panty Rose, que é da Hard Colors, pra tentar dar uma amenizada e deixar um pouquinho rosa, mas ela mais escorreu pelo ralo do que fixou no cabelo, nem ele quis fazer parte disto. No dia seguinte ficou um resultado bem bacana, apesar de todo o stress, mas minha cara super entrega que bela bosta que eu fiz.

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Não acabou por aí, já pintei essa semana de novo, com outra marca e pra quem já me segue no Snapchat (dontcallmeariel), vive esses dramas comigo semanalmente! Dá pra se divertir bastante com esse monte de tonalizante, mas sempre lembrando de intercalar com hidratações no meio. Eu acabei aderindo ao cronograma capilar, que além de não é caro, o resultado é bem maravilhoso, sério! Espero que tenham gostado, qualquer dúvida é só me chamar :D


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05 de abril de 2016

Agent Carter

Podemos dizer que Peggy Carter abriu as portas para a nova a leva de séries sobre heroínas das HQs? Sim, e não somente, ela também surgiu pra dar continuidade ao Capitão América, mostrando o lado que nem ele e nem a gente viu da história, e mostrar o mais importante, como a S.H.I.E.L.D. surgiu, afinal, ela é uma das fundadoras deste rolê!

Agent Carter

Marvel’s Agent Carter é baseada na história da personagem criada pelo Stan Lee e Jack Kirby, e se passa nos Estados Unidos, em 1946, logo após a Segunda Guerra Mundial (e o filme Capitão América: O Primeiro Vingador), onde Peggy Carter (Hayley Atwell) se recupera da perda de Steve Rogers (Chris Evans) e do fim da guerra contra o Caveira Vermelha.

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Com o desaparecimento do Steve, tudo volta a sua rotina normal, mas Peggy foi rebaixada e agora é uma “agente” da SSR (Reserva Científica Estratégica), e por agente, leia-se que ela serve cafés quentinhos e atende telefonemas para os outros agentes, do sexo masculino.

Agent Carter Agent CarterAgent Carter Agent Carter

E isso é só o topo do iceberg, porque nesta época, ela vive em um mundo bem mais machista (não muito diferente do que ainda é hoje, mas acredite, era pior), onde as mulheres tinham cada vez menos espaço no mercado de trabalho, e por isto existe a Peggy, para chutar bundas!

Agent Carter

Não existe ainda a S.H.I.E.L.D. ou a Hidra, mas existe Howard Stark (Dominic Cooper), que é pai do Tony, e é um homem que sabe viver a vida loca e ser um gênio, ao mesmo tempo. Na série, ele está sendo acusado de traição por vender armas ilegalmente para os inimigos.

A Peggy entra na história porque ambos se conheceram na guerra, e ele sabe o quanto ela é boa em investigar e pede ajuda a ela pra provar sua inocência. O fato é que essas armas foram roubadas dele e colocadas à venda no mercado negro, só que pra descobrir quem as roubou, ela vai ter que virar agente dupla, e ficar bem no meio do fogo cruzado.

Agent Carter

Apesar se virar muito bem sozinha, uma ajudinha sempre cai bem nas missões, né? E quem vai ajudá-la na maior parte do tempo não é o Sr. Stark, mas sim, o seu querido mordomo Edwin Jarvis (James D’Arcy) (e que futuramente, dará voz a inteligência artificial do Tony, J.A.R.V.I.S.!), que mostra útil em diversas funções, desde motorista até engenheiro.

Além dele, temos também a presença de Daniel Sousa (Enver Gjokaj), o único colega de trabalho a respeita e que desenvolve aquele crush esperto, mas confesso que a ideia dela permanecer solteira e espiã, numa época como aquela, a torna uma personagem muito mais incrível, do tipo que não precisa de homens pra fazer nada, e não precisa mesmo ;)

Agent Carter

Agent Carter

A série me conquista na sua ambientação, que é incrível! Eu sou muito fã de séries/filmes de época, e Agent Carter consegue reproduzir isso com um estilo noir, trazendo muita espionagem, porrada de tailleur e salto alto, com direito aos gadjets malucos criados pelo Stark, muita tecnologia retrô.

E o mais importante da série, a própria Peggy! Ela é corajosa e destemida, discreta e perspicaz, eu fico muito boba vendo as coisas que ela faz, sabe? E eu vejo o quanto ela é necessária pra toda esta história acontecer, porque se já era difícil ser mulher naquela época, imagina ser uma agente? E ela desdobra isso muito bem, mesmo tendo passado pela perda do Steve, e sendo rebaixada a todo o momento pelos vilões e colegas de trabalho, ela não se deixa abater, pois o que não te mata, te fortalece, e muito.

Agent Carter

Hoje, Agent Carter tem duas temporadas, eu comecei assistindo pela segunda e gostei muito! Não sei se terá uma terceira, porque pelo que eu vi, a série não teve a repercussão que esperavam, mas estou aproveitando que agora está disponível no Netflix pra ver a primeira temporada e eu super recomendo, precisamos de mais girl power na TV e nas séries sim, quanto mais melhor!

Agent Carter


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