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Embora eu achasse que essa Copa do Mundo seria um fracasso (deixando claro que não sou a favor de como ela é feita e nem do processo bagunçado pra recebê-la), ela acabou conquistando o coração de muitos brasileiros e estrangeiros. Eu sempre gostei de futebol, não chego a ser fanática, até porque todo tipo de fanatismo pra mim é tido como doença. Eu tenho meu time do coração (VAI CURINTIA!) só que nunca fui assistí-lo em um estádio, por falta de companhia e de não ter este costume mesmo.

Quando a Copa foi anunciada, fiquei com os pés e as mãos pra trás, não achava que daria certo, mas meu namorado desde pequeno gosta do time da Holanda, desde os primórdios do Super Nintendo e só com a possibilidade de vê-los jogando ao vivo, diante de vários craques como Robben, Van Persie, Sneijder (que foi um dos melhores jogadoras na Copa de 2010), entre outros, não tive dúvidas e falei pra gente tentar comprar os ingressos da FIFA, mesmo que caro, acho que pra quem ama futebol, e não necessariamente torce pra algum time, é uma super experiência de ir pra conhecer o evento mais de perto, os jogadores e o clima que só a Copa proporciona. Fomos sorteados e o ano de 2014 foi esperando que essa data chegasse.

Saímos bem cedo rumo ao Itaquerão, e foi até melhor chegar cedo, pra não pegar tumulto e porque eles montaram vários stands fora do estádio com lojas oficiais da FIFA, com DJ tocando música antes de começar o jogo, alguns de patrocinadores do evento com brincadeiras, aonde ganhávamos brindes (óculos, chapéu, faixas, etc) pra torcer e podíamos pintar o rosto também. Confesso que me senti emocionada de ser o Itaquerão, estádio do Corinthians, o primeiro que eu assisti a uma partida de futebol, e que mesmo apesar de todos os perrengues que ele passou, ficou lindo e o mais bacana é que é possível visualizar o jogo de todas as partes bem perto, até porque eu achei que só ia ver uns palitinhos correndo atrás da bola, mas me surpreendi positivamente!

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Abelha rainha, designer nas horas ocupadas e gamer nas horas vagas, blogueira roots, pseudo-ruiva e mestre jedi em ruivices.



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Sim, depois de um mês eu finalmente comprei a tintura da Clairol Professional pra testar e conhecer o seu ruivo na prática, mas como o único ruivo que eles tem é na base 7 (loiro médio), pra quem usa uma base 9 (loiro muito claro), dá bastante diferença.

Na perfumaria eu até tentei encontrar um tom de loiro dourado mais claro pra misturar com a 7.4 deles mas não tinha, então comprei a 7.3 junto pra tentar dar uma clareadinha no acobreado, que normalmente puro é bem fechado.

Mistura feita, a cor que sai do tubo é maravilinda, sério, e é bem cremosa. Eu comprei 2 tubos de 7.4 e 1 de 7.3, mas só usei 1 tubo e 20% do 7.4 com uns 30% do tubo de 7.3 (ficou confuso mas é por este motivo que optei pintar em casa, eu mesma calculo minhas medidas pra testar). Passei no cabelo e esperei 25 minutos, porque comecei a ficar com medo que escurecesse muito. Dito e feito.


A Clairol escuirol meu ruivo :(

Todas as fotos são de celular porque não registraria cagada com câmera profissional, fora que sou humana e não fiz maquiagem pras fotos, ok?

As primeiras fotos eu tirei no mesmo dia que eu pintei, sendo que a primeira foi com claridade e a segunda de noite em luz ambiente (que já aparentava um tom na base 5), então o susto foi logo me consumindo. A última foto eu tirei no dia seguinte, com claridade (por isso o degradê louco), pra mostrar que a tinta não ressecou tanto o meu cabelo.

Eis que eu precisava de alguma solução pra clarear o cabelo, já que não pretendo ser morena e não estava com paciência pra esperar o desbotamento, então recorri ao DekapColor da Yamá para remover esse tom escuro que ficou no meu cabelo. Vi muitos vídeos pra entender como funciona, no fim das contas ele é extremamente simples e eficaz!

O Dekap é indicado para três casos: Quem tingiu o cabelo e não conseguiu a cor desejada (aka cagada que eu fiz), quem está com excesso de pigmentos e por isso nenhuma tonalidade “pega” ou quem cansou da cor e quer trocar. Lembrando de novo que ele serve pra retirar pigmento de tinta, não clareia cabelo, viu?

Não vou fazer tutorial porque é só misturar o removedor 1 (cheio de esgoto) com o removedor 2 (cheiro de pêssego) num potinho e tacar no cabelo, não estranhem os cheiros, éeu vi muita gente falar que era fedido mas é super tranquilo se você não ficar cheirando o tubo, acho até pra mim foi mais de boa porque eu comprei a embalagem que vem com menor quantidade, é apenas uma mistura de campo com cidade.

Esperei 30 minutinhos como manda a receita e voi lá, meu cabelo abriu bastante o tom, um alívio e tanto e não agrediu nada, como o Dekap mesmo promete.

Fim do sufoco, testei a tinta que tanto tive vontade, não gostei do tom que resultou no meu cabelo, mas pra quem procura um ruivo bem mais fechado, pode ser uma boa, pra não começar com tons mais chamativos. Talvez se eu tivesse encontrado um tom de loiro dourado mais claro, o resultado seria um pouco mais feliz, mas pelo menos eu consegui recuperar o meu tom anterior sem muitos estragos, mas é sempre importante lembrar de hidratar os fios.

Não optei por aplicar nada por agora, nem tonalizante nem tinta pro cabelo dar uma descansada, fora que li que a tinta não fixa muito bem, então custa nada dar uma pausa.


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Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Criança tem uma criatividade muito fértil, mas acho que eu devo ser uma eterna criança porque vira e mexe, me pego imaginando que sou alguma heroína andando no metrô e vai aparecer um monstro gigante atacando as pessoas e eu estarei lá para protegê-las, ou não, quem sabe eu mesma sou o monstro, né? ;) Só pra vida ficar mais interessante, afinal, quem nunca?

Então foi proposto o mês passado lá no Rotalindos (sim, estou atrasada!) quais são os 5 personagens que eu gostaria de ser, mas o fato é que eu sou eles, mas ninguém pode saber, senão terei de matá-los.

Princesa Zelda (The Legend of Zelda: Ocarina of Time)

Pra começar, eu não seria qualquer Zelda (tendo em vista vários The Legend of Zelda), eu seria especificamente a Zelda do Ocarina of Time. Porque? Porque nesta história, ela foi muito mais do que princesa, ela desempenhou um papel muito importante na história de Hyrule.

Por quê? Ela aparece disfarçada como seu alter-ego Sheik, último sobrevivente dos Sheikahs, uma raça extinta em Hyrule, para tentar fugir das garras do vilão Ganondorf, aonde acreditávamos que era um brother muito ninja! Mas não, era a princesa lutando as escondidas pelo seu reino :D

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Este mês teremos o lançamento de material novo do The Black Keys, que estiveram no Lollapalooza do ano passado, depois do seu fucking awesome último disco, El Camino, que já tem 3 anos. O novo disco se chama Turn Blue e está previsto para o dia 13 de maio.

The Black Keys

O primeiro single “Fever” já ganhou clipe nesta semana e foi digirido por Theo Wenner. No clipe, Dan Auerbach e Patrick Carney incorporam líderes de algum tipo de igreja protestante, e o mais interessante foi o tratamento que deram na imagem do clipe, lembra muito aquelas fitas de VHS, back to 90’s!

Além de Fever, já tem o áudio de Turn Blue, música que leva o nome do álbum também. Sou muito suspeita pra falar sobre eles até porque gosto muito do som que eles fazem, pra quem se interessou pela dupla, montei uma playlist pra conhecer algumas músicas dos álbuns anteriores.


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Pra quem visita o blog, já deve ter visto há alguns meses que eu coloquei um banner na lateral de uma campanha genial chamada Chega de Fiu Fiu, criada pela Think Olga, e pra quem não conhece é uma campanha contra o assédio sexual em lugares públicos.

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Felizmente este tipo de assunto ganhou uma grande repercussão agora na mídia, mas não é novidade nenhuma pra quem é mulher, infelizmente o assédio não tem limites e pelo menos uma mulher que você conheça, seja amiga, namorada, irmã, mãe, todas elas já sofreram algum tipo de assédio nas ruas, em festas, trabalho ou até na própria casa. É tenso, né?

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E pra ajudar ainda mais, o mapa Chega de Fiu Fiu foi desenvolvido semelhante ao Onde fui roubado? com o objetivo de mapear os locais que ocorrem os assédios, nele é possível denunciar algum abuso que você viu ou sofreu. O levantamento destes dados é super importante para o combate e prevenção do assédio e violência contra a mulher.

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Quanto mais pessoas se conscientizarem e ajudarem a denunciar, melhor pra nós, então acessem e compartilhem!


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